O serviço de organização pessoal, antes restrito a celebridades, tornou-se um negócio lucrativo no Brasil, com faturamentos que podem chegar a R$ 20 mil mensais. Profissionais como Cora Fernandes, Josi Martins e Isabela Sekulic transformaram o hobby em carreira, atendendo desde closets até projetos corporativos. A demanda cresceu durante a pandemia, quando o home office evidenciou a desorganização doméstica. Hoje, o público inclui famílias com rotinas intensas, trabalhadores remotos e pessoas em transições de vida. Apesar de não ser regulamentada, a profissão foi incluída na CBO em 2022. Cursos livres, com investimento inicial entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, preparam os profissionais, que precisam dominar técnicas, marketing e gestão. O mercado segue em expansão, impulsionado pela busca por bem-estar e produtividade.
Perspectiva de Mercado
O setor de serviços de organização pessoal no Brasil deve continuar crescendo, impulsionado pela valorização do bem-estar e da produtividade. A tendência é de maior profissionalização e diversificação de nichos, como organização corporativa e consultorias online. O mercado parece promissor para novos entrantes com boa formação e estratégia de marketing digital.
Fonte: G1 Economia
Aviso: este conteúdo é apenas uma análise informativa e não constitui aconselhamento de investimento.